A Dra. Miranda Grey
(Halle Berry) é uma psiquiatra que trabalha no departamento
de psiquiatria de uma penitenciária feminina. Durante a
sessão de terapia com a paciente Chloe (Penelope Cruz),
esta se diz vítima de torturas satânicas. Miranda,
que é muito racional e não aceita o sobrenatural,
julga que Chloe esta tendo ilusões causadas pelo excesso
de drogas.
No caminho para
casa a Dra. Grey vê uma menina na estrada e sofre um acidente
ao se desviar dela. Ao socorrer a garota acontece um incidente
muito estranho.
Três dias
após o fato, Miranda acorda internada na penitenciaria
em que trabalhava e descobre que matou o marido. Muito confusa,
ela terá que lidar com acontecimentos que a sua racionalidade
nunca aceitou.
O filme aborda,
embora de forma superficial e fantasiosa, algumas dos mais ricos
temas do Espiritismo que são a obsessão, os distúrbios
mentais, a mediunidade e a obsessão. Vemos no filme exemplos
de vidência, audiência e Subjugação,
além de levar o espectador a uma reflexão sobre
a visão da medicina em relação aos distúrbios
mentais.
O roteiro
é bem interessante e o filme dosa bem o suspense, o mistério
e os dramas da personagem principal. Apesar dos exageros e inverdades
é uma boa opção de diversão.